Origem do nome

O Ipê é encontrado em todas as regiões do Brasil e sempre chamou a atenção de escritores e poetas por conta de sua beleza e, contrariando a natureza, floresce nos dias mais secos do inverno. Além disso, pela madeira resistente e durável, os ipês foram muito utilizados para construção de telhados de igrejas nos séculos XVII e XVIII.

Com toda sua exuberância, em 1961, o então presidente Jânio Quadros declarou o ipê-amarelo, da espécie Tabebuia vellosoi, como a Flor Nacional.

Em Maringá, não poderia ser diferente. Sendo reconhecida como uma das cidades mais arborizadas do Brasil, não poderia haver nada melhor para representar o cuidado com a cidade do que por meio de sua árvore símbolo: o Ipê Roxo.

Legalmente o Ipê Roxo foi reconhecido como árvore símbolo de Maringá pela Lei Nº 7357/2006. Porém, muito antes disso, já causava impacto na cidade por sua beleza. Em 1978, Maringá recebeu a visita do Casal Imperial Akihito e Michiko para o lançamento da pedra fundamental da Associação Cultural e Esportiva de Maringá e inauguração do Jardim Imperial. Nessa ocasião, no trajeto a Imperatriz quebrou o protocolo para reverenciar um Ipê Roxo, que ganhou o nome de “Árvore da Imperatriz” e tornou-se o Marco Imperial da cidade.

No atual cenário, o qual nos encontramos em um momento de grandes desafios buscando, sempre, o desenvolvimento sustentável, o Ipê foi escolhido para marcar a simbologia deste selo, com o objetivo de traduzir a preocupação ambiental e social e garantir que aqueles que o recebam possuam ações que contribuam para a construção de uma cidade mais sustentável e cada vez melhor para se viver.